Peste: a doença medieval que nunca desapareceu
Responsável por matar 60% da população europeia na Idade Média, peste é rara hoje em dia, mas continua circulando em algumas regiões do mundo. Mas os medicamentos não funcionaram. O estado de Gaylord piorou, ele foi internado na UTI e acabou entrando em coma. Não estava com gripe nem com a doença da arranhadura do gato: havia contraído a peste, uma enfermidade que normalmente associamos à Idade Média, e não ao moderno estado americano do Oregon, onde vivia. Os sintomas inespecíficos e a raridade da doença atualmente representam um problema. A peste não perdeu nada de seu potencial letal. Gaylord sobreviveu por pouco e contou sua história ao jornal britânico The Guardian em 2014. A peste é causada pela bactéria Yersinia pestis. Ela pode entrar no organismo humano por diferentes vias e se multiplicar rapidamente. A bactéria danifica tecidos em diversos órgãos, provoca hemorragias e, sem tratamento, pode levar à morte em quase 100% dos casos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo