Milei explica em artigo que autoridade monetária historicamente falhou em seu objetivo de manter o poder da moeda local, muito por conta de seu uso político; ele propõe. O Banco Central da Argentina, em Buenos Aires - 07/12/2021 (Foto: REUTERS/Agustin Marcarian) Publicidade. 12.819.532.788.614.400.000%. É com esse número, que representa 13 trilhões por cento de inflação acumulada na Argentina desde 1935, quando foi criado o Banco Central da República Argentina (BCRA), que o presidente Javier Milei defende neste domingo em artigo publicado no jornal Clarín a reforma ou mesmo a extinção da autoridade monetária. “Este número representa a inflação acumulada desde o ano de 1935 (inclusive), ou seja, desde que foi criado o Banco Central da República Argentina, que supostamente tinha como missão fundamental preservar o valor da moeda. Evidentemente, o BCRA, como toda instituição argentina, não apenas não cumpriu seu objetivo, mas a obscenidade do registro torna inevitável o debate sobre se deveria ou não existir um Banco Central e, caso se decida por sua existência, sob quais regras deveria operar”, diz o artigo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.