Fabricante afirma que agência reguladora determina apenas adequação a processos e que está se adaptando. A medida foi tomada nesta sexta (15), após reunião com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que determinou que a produção e a venda de detergentes, sabão líquido e desinfetantes da marca Ypê continuem suspensas. A empresa também deve apresentar um plano de gerenciamento para lidar com cada um dos lotes de final 1 que já foram distribuídos. A Anvisa afirma que o reembolso ao consumidor não é da sua alçada; recomenda apenas que o público guarde os produtos e não os utilize. Em entrevista à Folha, o diretor jurídico da Química Amparo, Sergio Pompílio, afirmou que não existe divergência da companhia em relação às determinações da Anvisa. Mas sustenta que o Brasil não tem uma regulação para o nível microbiológico encontrado em produtos de limpeza. "Não é como em cosméticos e produtos de higiene pessoal, em que a regra [RDC 907/2024] proíbe a presença dessa bactéria [ Pseudomonas aeruginosa ]. Não existe um limite de bactérias para produtos de limpeza no Brasil", afirmou Pompílio. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.