Casa elenca três fatores macro críticos para o período e define posições regionais que podem sair ilesas e oferecer mais chance de retorno ao investidor. De um lado, uma instabilidade geopolítica sem precedentes. Do outro, resultados corporativos impulsionados por inteligência artificial que continuam surpreendendo. Para a XP, é essa disputa, que a casa chama de “cabo de guerra”, que vai ditar o ritmo dos mercados globais no segundo semestre de 2026, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (8). “O primeiro semestre de 2026 foi marcado por volatilidade nos mercados globais, que em alguns momentos refletiu os efeitos da instabilidade geopolítica e em outros pesou o impacto positivo dos ganhos relacionados à inteligência artificial”, escrevem os estrategistas Fernando Ferreira, Raphael Figueredo e Maria Jordão no documento. No acumulado do ano, os mercados globais avançam de forma desigual, observa a casa. O índice ACWI sobe 12,1%, enquanto o S&P 500 registra alta de 10,9%. Os mercados emergentes lideram com folga, com o EEM em alta de 25,4%, impulsionados pelo aumento de fluxos de capital após o início do conflito no Oriente Médio. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.