Cooperação em agricultura e energia ficam sem detalhes, e Boeing vende menos do que o esperado. Trump deixou a capital chinesa à bordo do Air Force One no meio da tarde desta sexta-feira (15) no horário local, madrugada do mesmo dia no Brasil, após uma manhã de reuniões com Xi no complexo Zhongnanhai, local que abriga as principais lideranças do Partido Comunista Chinês e do regime. O americano viajou à China acompanhado de CEOs de algumas das maiores companhias do mundo na expectativa de fechar novos negócios e diminuir o déficit comercial, mas o divulgado até agora foi mais modesto do que o esperado. Havia a expectativa, por exemplo, de que Pequim comprasse cerca de 500 aeronaves da Boeing, mas a quantidade adquirida foi de 200. A última grande compra que o país asiático fez com a fabricante foi em 2017, durante a primeira viagem do americano a China como chefe de Estado, quando foram encomendadas 300 unidades. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.