Líder chinês faz aceno à Rússia dias após visita de Donald Trump e tenta posicionar Pequim como pilar de estabilidade contra as pressões econômicas e geopolíticas do Ocidente. O presidente da China, Xi Jinping, participa de uma reunião com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov (fora do enquadramento), no Grande Salão do Povo, em Pequim, China, em 15 de abril de 2026. Foto: Iori Sagisawa/Pool via REUTERS Publicidade. PEQUIM/CINGAPURA, 19 Mai (Reuters) – O líder chinês, Xi Jinping, ⁠receberá seu ‘velho amigo’ Vladimir Putin menos de uma semana após a ‌visita de Donald Trump, enquanto Pequim busca se projetar como uma potência estável e previsível em um mundo abalado por tensões comerciais, guerras e uma crise ‌energética. China e Rússia apresentaram a viagem de dois dias de Putin nesta semana — sua 25ª visita à China — como mais uma prova de sua parceria ‘para todos os climas’, mesmo quando o Ocidente pede a Pequim que pressione Moscou a encerrar sua guerra na Ucrânia. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.