Wimbledon: como a marca mais desejada do tênis cresce dizendo "não"
Patrocinadores discretos, tradição rígida e contradições improváveis revelam o que o All England Club ensina a fundadores, CEOs e conselhos. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Esporte Fase de grupos copa 2026 Home Esporte Wimbledon: como a marca mais desejada do tênis cresce dizendo "não" Patrocinadores discretos, tradição rígida e contradições improváveis revelam o que o All England Club ensina a fundadores, CEOs e conselhos Os conhecidos morangos do torneio: em um dia dentro do All England Club, a lição de como uma instituição de quase 150 anos vira objeto de desejo justamente por proteger sua identidade. Acabo de voltar de Londres, onde passei um dia inteiro em Wimbledon. Assisti à estreia da então campeã Iga Świątek na Quadra Central, acompanhei a partida de Alexander Zverev, atual campeão de Roland Garros, e vi um dos momentos mais emocionantes da programação com o retorno de Serena Williams. Partidas de altíssimo nível, atletas de outro planeta. Mas voltei falando menos sobre tênis do que sobre marcas. A cada intervalo entre os jogos, fazia o que qualquer estrategista faria: circulava pelo complexo observando tudo o que acontecia fora das quadras. As enormes lojas da marca Wimbledon estavam sempre cheias. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Exame