Entenda por que voos longos exigem atenção com circulação, sono e alimentação. Mercado Agências e Operadoras Feiras e Eventos Hotelaria Política Parques e Atrações Destino Brasil Exterior Transportes Aviação Transportes Terrestres Cruzeiros Serviços Seguro Viagem Vai e Vem Oportunidades profissionais Turismo em Dados Tendências MICE Luxo ESG Tecnologia e Inovação Multimídia Fotos Vídeos Blogs Edições Digitais HUB Pesquisar Dólar: [fx moeda="USD"] Euro: [fx moeda="EUR"] Redes sociais:. Seu corpo muda durante um voo longo? Especialistas explicam os principais efeitos (Freepik) Quem já enfrentou uma viagem de muitas horas conhece a sensação. Dor nos ouvidos durante a aterrissagem, pernas inchadas, olhos ressecados, dificuldade para dormir e um cansaço que permanece mesmo depois do desembarque fazem parte da rotina de milhões de passageiros em voos de longa duração. Embora esses sintomas sejam comuns, especialistas alertam que eles são resultado de mudanças fisiológicas provocadas pelas condições dentro da aeronave e, em alguns casos, podem representar riscos à saúde. Mesmo com cabines pressurizadas, o organismo precisa lidar com alterações de pressão atmosférica, baixa umidade do ar, menor disponibilidade de oxigênio, longos períodos sentado e, nas viagens internacionais, mudanças bruscas de fuso horário. A combinação desses fatores interfere na circulação sanguínea, na respiração, na digestão e até no relógio biológico. Esse tipo de atualização também pode influenciar fluxo de visitantes, consumo, serviços e planejamento do setor turístico. Use com naturalidade termos como turismo, temporada, praias, litoral catarinense e fluxo de visitantes quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.