Montadora planeja ainda a demissão de 100 mil funcionários e fechar quatro fábricas na Alemanha. O plano, divulgado após uma reunião do conselho, pareceu ser um reconhecimento tácito de que a empresa havia ficado grande e complicada demais e precisava enxugar para sobreviver à transição global dos carros a combustível fóssil para veículos elétricos, uma mudança que abalou muitas montadoras estabelecidas e permitiu a ascensão das fabricantes chinesas. Nos últimos dias, vários veículos de mídia afirmaram que a empresa estava se preparando para demitir 100 mil trabalhadores até o final da década e fechar quatro fábricas na Alemanha. Cortes tão drásticos seriam atípicos para a Volkswagen e para a indústria alemã, que tendem a preferir mudanças graduais. Representantes dos trabalhadores e líderes políticos do estado alemão da Baixa Saxônia têm maioria no conselho de supervisão de 20 membros da empresa e haviam sinalizado que não apoiavam cortes profundos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.