Vírus sabiá circula escondido há 142 anos e tem mutação que engana teste
O vírus sabiá (SABV), causador de síndrome hemorrágica e neurológica, passou por mutações que o deixaram invisível aos testes tradicionais. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Medicina e Saúde Vírus sabiá circula escondido há 142 anos e tem mutação que engana teste O vírus sabiá (SABV), causador de síndrome hemorrágica e neurológica, passou por mutações que o deixaram invisível aos testes tradicionais Pedro Spadoni 27/05/2026 10:07 Imagem ilustrativa de vírus em meio a glóbulos vermelhos - Imagem: vectorfusionart/Shutterstock Compartilhe: O vírus sabiá (SABV), causador de uma síndrome hemorrágica e neurológica grave, está em circulação silenciosa no Brasil há 142 anos. E passou por mutações genéticas que o tornaram invisível aos testes de diagnóstico tradicionais. A descoberta foi publicada em 2026 por pesquisadores do Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE) na revista PLOS Neglected Tropical Diseases, após a identificação tardia de dois casos fatais ocorridos no estado de São Paulo entre o final de 2019 e o início de 2020. As falhas na detecção ocorreram porque os exames disponíveis no país utilizavam como padrão o genoma da cepa-referência da década de 1990, coletada em Cotia (SP). Diante do problema, os cientistas sequenciaram o patógeno e desenvolveram novos primers (fragmentos de DNA para testes laboratoriais). A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital