Gestora de Luis Stuhlberger, por outro lado, considera exagerada a precificação da curva de juros, que já tirou o ciclo de cortes da Selic e passou a embutir altas. Notas de dólares e moedas de real (Imagem gerada com auxílio IA/Leonardo Albertino) Publicidade. A Verde Asset zerou sua posição em real ao longo de maio, movimento que atribui à volta do chamado “excepcionalismo americano” e ao fortalecimento do dólar dele decorrente. A informação consta da carta mensal da casa, divulgada na quarta-feira (10). A gestora de Luis Stuhlberger destacou que o tema da guerra no Oriente Médio perdeu importância para os mercados ao longo do mês, enquanto a inteligência artificial voltou a ganhar proeminência e impulsionou os ativos ligados à cadeia de semicondutores. A resiliência da economia americana, a precificação ainda tímida de altas de juros pelo Federal Reserve e a pujança do ecossistema de IA reforçam essa lógica. “Temos visto algum fortalecimento do Dólar como principal consequência macro dessa lógica. Zeramos as alocações em Real por conta de preocupação com isso, embora tenhamos mantido as posições em metais preciosos”, escreve a gestora. É essa mesma dinâmica que, na leitura da Verde, explica a reversão dos fluxos no mercado brasileiro. O Ibovespa caiu 7,2% em maio e o mercado de juros passou por reprecificação relevante, retirando o ciclo de cortes da curva e passando a embutir altas nos próximos meses. Taxas médias recuaram e volume de emissões de LCI despencou; especialistas explicam como comparar com CDBs e quando o papel tributado pode ser melhor opção. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.