Empresa diz que transações feitas até segunda, quando site foi encerrado, serão cumpridas e que dará suporte. Na conferência de resultados, Tiê Lima, CEO e cofundador da Enjoei, afirmou à Folha que a empresa se empenha em cumprir todos os pedidos que restaram em aberto. "Vamos ser responsáveis por essas transações sim. Estamos mantendo suporte para todos vendedores e compradores. Para poder dar esse suporte, fez parte da decisão ter uma data específica para o cessar das transações, pois a gente via que, se fosse uma transição mais lenta, isso poderia ser mais complexo. [...] A gente vai honrar tudo aquilo que a gente se comprometeu quando a gente trouxe a empresa para fazer parte do nosso grupo", afirmou. Fernanda Xavier de Santana, 48, que trabalha com confecção de bolsas de crochê e vendia a maior parte delas pela Elo7, conta que já havia percebido uma desaceleração dos trabalhos que fazia na plataforma desde 2024, ano em que não conseguiu fechar nenhum pedido pelo site. Desde então, a artesã vende diretamente para clientes mais próximos e planeja migrar os itens para outra plataforma. "Agora tenho que ver como vou fazer para vender meu estoque.". Consumidores também reclamam. Um cliente afirmou, no Reclame Aqui, estar sem o produto comprado, sem o valor pago e sem atendimento. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.