Quando se fala em poluição veicular, a imagem mais comum na cabeça de muita gente é a de uma picape a diesel soltando fumaça. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Imagem de IA sobre foto Tory Hoffman/Unsplash Quando se fala em poluição veicular, a imagem mais comum na cabeça de muita gente é a de uma picape a diesel soltando fumaça preta pelo escapamento. Isso, no entanto, está longe da realidade atual no Brasil. Segundo dados oficiais do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular ( PBEV), do Inmetro, levantados pelos amigos do Auto Papo, os carros mais poluentes do Brasil são os "queridinhos" e populares flex, não os utilitários a diesel. A metodologia considerou três poluentes: NMOG (gases orgânicos não metano), NOx (óxidos de nitrogênio) e CO (monóxido de carbono). A soma desses elementos determinou o ranking, sempre levando em conta a versão mais poluente de cada modelo. Veículos elétricos ficaram de fora, já que não emitem poluentes pelo escapamento. O resultado surpreendeu ao mostrar que motores flex, especialmente em situações de partida a frio e aceleração, liberam grandes quantidades de CO. O Inquebráveis: esses carros são "inimigos" dos mecânicos. Motores a diesel trabalham com mistura pobre, ou seja, excesso de ar, o que reduz a formação de CO. Já os motores a gasolina e flex operam próximos da mistura estequiométrica, e em determinadas condições queimam com menos oxigênio, resultando em combustão incompleta e altos índices de monóxido de carbono. Isso explica por que picapes a diesel aparecem com valores baixos de CO, embora sejam mais críticas em relação a NOx e material particulado. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.