Relatório do USTR propõe sobretaxa de 12,5% para produtos brasileiros por falhas no combate à importação de bens feitos com trabalho forçado; carne bovina congelada do Brasil. Fábrica de alumínio em Pindamonhangaba (Foto: Paulo Whitaker/Reuters) Publicidade. Um dia depois de recomendar um tarifaço de 25% sobre mercadorias brasileiras exportadas aos Estados Unidos, o governo Trump anunciou uma nova rodada de sobretaxas que também inclui o Brasil. Desta vez, a proposta é de uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros que entram no mercado americano, no contexto de uma investigação sobre países que, segundo Washington, falharam em proibir e fiscalizar importações de bens produzidos com trabalho forçado. No recorte específico de trabalho forçado, a lista aponta importações dos seguintes ítens como fruto: alumínio, algodão, eletrônicos, baterias de lítio e tabaco. O levantamento é uma das referências usadas no relatório do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) que embasa a nova ofensiva tarifária do governo Donald Trump. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.