Com balaclavas improvisadas, manifestantes diziam temer represálias policiais. A Folha foi ao prédio ocupado na tarde da última sexta-feira (8), cerca de 36 horas antes de a Polícia Militar entrar no local, na madrugada de domingo (10), para cumprir a reintegração de posse. Na operação, os agentes usaram bombas de gás lacrimogêneo e, segundo relatos dos grevistas, um corredor polonês para expulsar os manifestantes. Dentro da ocupação, os manifestantes montaram barracas na área externa do prédio, afixaram cartazes e organizaram distribuição de marmitas. Também formaram um cordão humano em frente a dois policiais militares que vigiavam o local. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.