No papel de Sônia, atriz Carol Costa ressalta denúncia ao feminicídio por vezes esquecida no texto de 1951. A atriz Carol Costa na peça 'Valsa nº 6', dirigida por Jorge Farjalla - Divulgação Peça. Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Henrique Artuni São Paulo Sônia, uma adolescente de 15 anos assassinada às vésperas do seu primeiro baile, tenta remontar o quebra-cabeça de suas memórias. Essa é a sinopse mais comum para descrever "Valsa nº 6", o único monólogo de Nelson Rodrigues. Mas, para a atriz Carol Costa, falta uma palavra nesse resumo. "A maioria esquece que é a história de um corpo abusado, de um feminicídio. As pessoas não querem admitir.". Agora, a depender da intérprete, não restará dúvidas da veia feminista e dos protestos contra abuso infantil deste que é o sétimo texto teatral do "anjo pornográfico", escrito em 1951. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.