A Comissão Europeia rejeitou a proposta de alterações legislativas da iniciativa Stop Destroying Videogames, do movimento Stop Killing Game. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Divulgação/Stop Killing Games A Comissão Europeia rejeitou a proposta de alterações legislativas da iniciativa Stop Destroying Videogames, do movimento Stop Killing Games. O objetivo da proposta era de que as empresas por trás dos videogames garantissem que os jogos continuassem jogáveis de alguma forma após o fim do ciclo comercial. A justificativa do órgão para rejeitar a proposta foi a de que "os detentores de direitos desfrutam de direitos exclusivos sobre suas criações" sob a lei de direitos autorais da União Europeia. "A Comissão considera que, nesta fase, não pode propor uma obrigação legal de manter os videogames jogáveis após deixarem de ser fornecidos comercialmente", escreveu o órgão em comunicado. Vale lembrar que a petição focava especialmente em jogos multiplayer, live-service ou os que dependem de algum tipo de servidor para existi r. Esse tipo de game se torna injogável a partir do momento em que a empresa decide desligar o servidor. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.