Estudo com mais de 20 mil pacientes aponta que níveis elevados de lipoproteína(a), condição geralmente hereditária e sem sintomas, aumentam risco de AVC e morte cardiovascular. Uma ameaça silenciosa e hereditária ligada ao colesterol pode afetar milhões de pessoas e elevar de forma significativa o risco de AVC e morte cardiovascular — mesmo quando os exames tradicionais de colesterol apresentam resultados considerados normais. É o que aponta uma nova análise feita com mais de 20 mil pacientes de três grandes estudos dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH). Os resultados, apresentados nas Sessões Científicas de 2026 da Society for Cardiovascular Angiography & Interventions (SCAI) e no encontro da Canadian Association of Interventional Cardiology/Association Canadienne de cardiologie d’intervention (CAIC-ACCI), em Montreal, indicam que níveis elevados de lipoproteína(a), também chamada de Lp(a), estão associados a risco cardiovascular persistente mesmo em pessoas que recebem tratamento padrão. A Lp(a) é uma partícula que transporta colesterol no sangue. Ela se assemelha ao LDL, conhecido como “ colesterol ruim ”, mas possui uma proteína extra que pode torná-la mais prejudicial ao sistema cardiovascular. Níveis altos de Lp(a) costumam ser herdados geneticamente e podem aumentar o risco de doença cardíaca mesmo quando os indicadores tradicionais de colesterol parecem adequados. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.