Em destinos lotados, viagens guiadas por selfies pressionam paisagens, museus e moradores. (Bloomberg) — Flamingos não são nativos de Aruba, mas isso não impede que multidões de turistas corram para a ilha todos os anos para posar com eles. A Flamingo Beach, de propriedade privada, é artificialmente povoada pelas aves cor-de-rosa, e as únicas formas de entrar são se hospedando no Renaissance Wind Creek Resort ou conseguindo um dos poucos passes diários de US$ 125, que se esgotam quase tão rápido quanto ingressos para shows de Bad Bunny. A blogueira de viagens Shalyn Vukich foi a Aruba em novembro de 2020 especificamente para conseguir aquela foto icônica com flamingos — ela até levou um maiô azul-oceano para combinar com as famosas águas turquesa. Da mesma forma, Connie Cardy, profissional de marketing de rede de Suffolk, no Reino Unido, levou roupas cor-de-rosa combinando para ela e as filhas antes de sua própria viagem inspirada por influenciadores, em outubro de 2025. “Um flamingo me bicou várias vezes”, diz Vukich. Parecia “um zoológico, ou talvez até pior”, afirma. Cardy descreveu o lugar como lotado e caótico. (Um representante do resort diz que o ambiente é mantido seguro e respeitoso tanto para os animais quanto para os humanos, sob orientação de veterinários locais.). O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.