Um sinal positivo (e três para ter cautela) após tombo de US$ 1,3 tri em Wall Street
Depois de dois pregões que tiraram mais de US$ 1 trilhão do Nasdaq 100, bancos e gestoras divergem sobre tratar o recuo como porta de entrada ou sinal de excesso. Operador na bolsa de Nova York / Wall Street (REUTERS/Brendan McDermid) Publicidade. As ações de tecnologia e inteligência artificial (IA) nos Estados Unidos viveram dois pregões de forte queda no início desta semana, com a terça-feira (23) concentrando o tombo. O S&P 500 caiu 1,44% e o Nasdaq Composite recuou 2,21%, em um movimento que tirou mais de US$ 1 trilhão em valor de mercado do índice Nasdaq 100. O baque, puxado por semicondutores e fabricantes de memória, reacendeu entre bancos e gestoras a pergunta sobre se, depois da correção, vale a pena comprar a baixa do setor que sustenta a alta das bolsas americanas. Nesta quarta-feira (24), as bolsas operam em recuperação parcial, ajudadas pela queda de cerca de 4% do petróleo e pela expectativa em torno do balanço da Micron, a ser divulgado após o fechamento e visto como um termômetro da demanda por IA. O alívio, porém, não encerra o debate de alocação, que se divide entre quem enxerga uma porta de entrada e quem prefere cautela. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney