Um RH para R$ 140 bilhões e os pilares inegociáveis na cultura do Ifood, com o CHRO
Raphael Bozza, CHRO da plataforma, explica como a área de People evita o "isolamento corporativo" e usa inteligência artificial e guardiões de cultura para sustentar uma operação. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Carreira Guia de Carreira FUTURO DO TRABALHO VAGAS DE EMPREGO CARREIRA INTERNACIONAL CONCURSOS MUNDO RH Home Carreira Um RH para R$ 140 bilhões e os pilares inegociáveis na cultura do Ifood, com o CHRO Raphael Bozza Raphael Bozza, CHRO da plataforma, explica como a área de People evita o "isolamento corporativo" e usa inteligência artificial e guardiões de cultura para sustentar uma operação que movimenta R$ 140 bilhões (Ronaldo Dias / EXAME). "Meu maior medo é a área de pessoas começar a se desconectar do negócio." A provocação, vinda de Raphael Bozza, CHRO do iFood, resume o maior desafio das lideranças de Recursos Humanos na era digital. Em organizações de hipercrescimento, o RH frequentemente cai na armadilha de criar dinâmicas, agendas e metas isoladas, esquecendo-se de ouvir as reais dores da operação. No iFood, contudo, a estratégia foi desenhada para seguir o caminho inverso: aqui, a área de People tem assento definitivo na tomada de decisões e dita o ritmo do negócio. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Exame