Um mês após terremotos, transição democrática continua em xeque na Venezuela
População critica resposta da ditadura à tragédia, mas dá sinais de esgotamento para manifestações. Um mês após os terremotos que destruíram parte da Venezuela, os desdobramentos políticos dessa tragédia e da resposta que se seguiu pelo regime chavista, hoje tutelado pelos Estados Unidos, continuam incertos. Duas expectativas contrárias convergiam logo após o desastre. A primeira, a de que ele acelerasse a transição para a democracia, já que a incapacidade do Estado de ajudar a população ficou evidente. A segunda, de que dificultasse esse processo, sob a desculpa de que era preciso cuidar da reconstrução para depois redemocratizar. Quatro semanas após a tragédia que matou cerca de 5.400 pessoas, não se sabe para qual lado esse movimento pendeu. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo