China forma número recorde de alunos, mas mercado encontra dificuldade em absorver novos profissionais à medida que a IA ganha espaço. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Mundo Guia de Mundo EUROPA GUERRA NA UCRÂNIA CONFLITO EM GAZA ARGENTINA ELEIÇÕES NOS EUA Home Mundo Um diploma, zero emprego: a crise dos graduados na China China forma número recorde de alunos, mas mercado encontra dificuldade em absorver novos profissionais à medida que a IA ganha espaço Entregadores na China: trabalho vira opção para jovens que não conseguem trabalho em sua área de formação (Cheng Xin/Getty Images). A China enfrenta um dilema: sua aposta na tecnologia e na inteligência artificial lhe dá uma forte margem competitiva geopolítica; ao mesmo tempo, milhões de graduados das melhores universidades do país têm dificuldade em encontrar empregos, já que enfrentam mercados saturados e competem por vagas cada vez mais escassas, à medida que a mesma tecnologia toma vagas de entrada em uma economia que se automatiza. Este ano pode significar o pior cenário até agora. Embora a taxa de desemprego entre jovens de 16 a 24 anos na China seja de 15,6% — patamar semelhante ao do Reino Unido (16,2%) e da União Europeia (15,1%) —, o mercado de trabalho chinês tem se mostrado particularmente desafiador para recém-formados diante da rápida transformação da segunda maior economia do mundo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.