Última investida tarifária de Trump não resolve problema global do trabalho forçado
Organização de direitos humanos alerta que países mais conhecidos por exploração seguem impunes. Em sua mais recente investida comercial, o governo Trump propôs tarifas adicionais de 10% ou 12,5% sobre as importações de 59 países e a União Europeia por não restringirem o comércio de produtos fabricados com trabalho forçado, uma afirmação que os parceiros comerciais dos EUA rejeitaram. O plano do USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA) vem de uma investigação de práticas comerciais injustas da Seção 301, criada para ajudar a restaurar as tarifas de emergência de Trump, derrubadas pela Suprema Corte dos EUA em fevereiro. Especialistas em comércio e direitos humanos afirmaram que isso pouco fará para resolver problemas generalizados de trabalho infantil, trabalho forçado e outras práticas abusivas de emprego na cadeia global de oferta. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo