*Por Júlia Camossa A expansão nacional do Uber Mulher responde a uma demanda evidente por segurança, mas expõe uma tensão me. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Marcelo Fischer/Canaltech *Por Júlia Camossa. A expansão nacional do Uber Mulher responde a uma demanda evidente por segurança, mas expõe uma tensão menos visível no mercado de mobilidade por aplicativos. Em um setor que cresceu e se sofisticou rapidamente do lado da experiência do usuário, a base de trabalhadores segue marcada por um desequilíbrio persistente de gênero. De acordo com dados da Machine, entre motoristas de transporte por aplicativo, a participação feminina recuou de 11,53% em 2024 para 10,61% em 2026, mantendo-se em um intervalo estreito e consistentemente baixo. No delivery, o cenário é ainda mais restritivo, com presença inferior a 6% ao longo de todo o período, passando de 5,55% para 5,76%. Trata-se de uma variação que não configura tendência de crescimento, mas de estabilidade em patamar reduzido, algo que outros levantamentos já apontam ao indicar que mulheres representam cerca de 11% dos motoristas e 6% dos entregadores no país. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.