Representantes de Donald Trump e Xi Jinping buscam estabelecer um mecanismo de comércio administrado de US$ 30 bilhões para equilibrar a balança comercial sem comprometer a. Bandeiras nacionais dos EUA e da China ao lado do retrato do falecido presidente chinês Mao Zedong, antes da visita do presidente dos EUA, Donald Trump, à China, em Pequim 13 de maio de 2026 REUTERS/Maxim Shemetov Publicidade. WASHINGTON, 13 Mai (Reuters) – Os Estados Unidos e a China ⁠devem avançar nesta semana, ainda que lentamente, rumo a um mecanismo de comércio administrado ⁠para bens não sensíveis, com cada lado identificando cerca de US$30 bilhões em produtos sobre os quais poderiam reduzir ‌tarifas e vender um ao outro, sem ultrapassar limites de segurança nacional. O chamado ‘Conselho de Comércio’ foi abordado pela primeira vez pelo representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, em março, como um acordo fundamental a ser entregue na cúpula desta semana ‌entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.