Os não-cidadãos nos Estados Unidos enfrentarão um maior escrutínio sobre suas atividades bancárias após um decreto do presidente Donald Trump nesta Os não-cidadãos nos EUA. Os não-cidadãos nos Estados Unidos enfrentarão um maior escrutínio sobre suas atividades bancárias após um decreto do presidente Donald Trump nesta terça-feira (19), mas a medida foi menos extensa do que uma proposta anterior lançada pelo Tesouro exigindo que os bancos coletassem informações sobre a cidadania dos clientes. O decreto determina que o secretário do Tesouro emita um aviso aos bancos para que identifiquem sinais de alerta relacionados à evasão de impostos sobre a folha de pagamento, ocultação da verdadeira titularidade da conta, pagamentos de salários não contabilizados, tráfico de mão de obra e o uso de números de identificação de contribuintes individuais para abrir contas ou obter crédito sem presença legal verificada nos EUA. A Casa Branca também disse que o Tesouro e os órgãos reguladores deveriam propor mudanças na Lei de Sigilo Bancário para facilitar a obtenção de informações sobre os clientes, destacando os documentos de identificação consular como arriscados. O site de notícias Semafor informou o conteúdo dos decretos nesta terça-feira. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.