Theo Paul Santana, especialista em negócios China/Brasil, explica em entrevista porque modelo voltado ao comércio exterior chegou ao limite e busca por mais renda e consumo virou. A China que o presidente Donald Trump está visitando nesta semana vive um paradoxo interessante e uma situação bem diversa àquela que o presidente americano conheceu em 2017: o país asiático precisa de uma população consumindo mais – e colocou isso como meta estratégica –, mas não quer depender das empresas americanas para capturar esse crescimento. A opinião é de Theo Paul Santana, especialista em negócios China/Brasil e fundador do Destino China. “O que Trump busca é uma abertura maior do mercado chinês para empresas americanas, especialmente em tecnologia, serviços financeiros, plataformas digitais e propriedade intelectual. Já o foco do 15º Plano Quinquenal [da China] é outro: fortalecer o consumo doméstico e reduzir a dependência da economia chinesa em relação às exportações e ao investimento pesado”, afirma Santana ao InfoMoney. Leia também: Relação entre China e EUA é a mais importante do mundo e precisa funcionar, diz Xi. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.