Acordo abre caminho para empresas dos EUA construírem reatores no reino e reacende temores sobre proliferação nuclear no Oriente Médio. O presidente dos EUA, Donald Trump, e o príncipe herdeiro e primeiro-ministro da Arábia Saudita, Mohammed Bin Salman, apertam as mãos durante uma cerimônia de assinatura de um Memorando de Entendimento (MOU) no Palácio Real em Riad, Arábia Saudita, em 13 de maio de 2025. REUTERS/Brian Snyder Publicidade. Os Estados Unidos e a Arábia Saudita fecharam um aguardado acordo de compartilhamento de tecnologia nuclear que pode abrir caminho para que empresas americanas construam reatores no país árabe. Ao mesmo tempo, o entendimento também abre espaço para que o reino enriqueça o próprio combustível nuclear. O acordo pode beneficiar a Westinghouse Electric e outras companhias americanas do setor, mas representa uma ruptura em relação a tratados anteriores de cooperação nuclear, que proibiam de forma explícita o enriquecimento de urânio. A mudança gerou preocupação entre especialistas em não proliferação nuclear e alguns integrantes do Congresso dos EUA, que veem risco de a Arábia Saudita usar esse processo para obter material com potencial uso militar. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.