Guerra segue escalando no mar Negro, onde os russos atingiram porto de Odessa e 3 navios graneleiros. Um dos focos renovados da violência é o mar Negro, que passou a ser alvo da campanha do verão do hemisfério norte dos ucranianos. Além de mirar a infraestrutura energética russa, provocando desabastecimento de combustíveis, Kiev passou a atacar navios do rival de forma sistemática. Em duas semanas, foram 116 embarcações no mar de Azov, um trecho ao norte do mar Negro, e outras 54 em pontos ao sul, interrompendo parcialmente o escoamento de grãos russos pela região. As forças de Putin passaram a retribuir na mesma moeda desde o fim da semana passada. Na noite de domingo, os russos atingiram com drones três navios graneleiros que transportavam suprimentos para os militares, segundo o Ministério da Defesa. Em uma das embarcações, o Golden Leo, com bandeira da Guiné-Bissau e operador indiano, ao menos dez marinheiros morreram. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.