José Felinto Gonçalves deu quatro tiros na mulher na noite de Natal de 1996 e fugiu; julgamento ocorreu apenas no final de maio. Ela tinha 13 anos na noite de Natal de 1996 quando viu Cícera Rodrigues Gonçalves, 30, ser assassinada com quatro disparos à queima-roupa. O autor do crime era José Felinto Gonçalves, pai de Suzana e marido da vítima. Gonçalves fugiu correndo após o crime e, somente no final de maio deste ano, três décadas depois, foi condenado pela Justiça. Ele recebeu uma punição de 16 anos e quatro meses de prisão, mas, por razões humanitárias, segundo a sentença, o cumprimento da pena será realizado em regime domiciliar. Aos 68 anos, sofre de Parkinson e hipertensão arterial sistêmica. A legislação prevê o benefício em casos de doenças graves. "A Justiça humana é falha, mas a de Deus, não", disse Susana à Folha, logo após saber da sentença. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.