Estudo preliminar com 35 pacientes mostra resultados mantidos após 18 meses. Os pesquisadores esperam que, se confirmados, os resultados possam levar a uma forma única e definitiva de prevenir doenças cardíacas em muitas pessoas. A maioria das terapias genéticas tem como alvo doenças raras, mas condições cardiovasculares matam quase 800 mil americanos por ano. "Temos debates e novas diretrizes de que deveríamos tratar as pessoas mais cedo", afirma John Alexander, cardiologista da Universidade Duke que não participou do estudo. "Uma terapia curativa mudaria o jogo.". O estudo, publicado no The New England Journal of Medicine, é uma análise de 35 pacientes em um ensaio que envolverá até 85 participantes. Todos têm níveis geneticamente elevados de colesterol LDL —o tipo "ruim"— ou doença cardíaca. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.