Transição energética perde fôlego em 2026, diz Fórum Econômico Mundial
Relatório aponta queda global no nível de preparo para energia limpa, apesar de investimentos recordes. A nova edição do chamado Índice de Transição Energética (ETI, na sigla em inglês), produzido em colaboração com a consultoria Accenture, avaliou 120 países conforme 44 indicadores, resultando em notas de zero a cem. A média global foi calculada em 57,3 pontos, avanço de apenas 0,03% em relação ao ano anterior, representando uma estagnação no ritmo da implementação de fontes renováveis. "Isso sinaliza que o progresso da transição está desacelerando à medida que os riscos de segurança, as restrições de investimento e os gargalos de infraestrutura se intensificam", afirma o relatório. O ETI é composto por dois subíndices. O primeiro, de desempenho de sistemas, compõe 60% da nota final e envolve indicadores como sustentabilidade, equidade e segurança. Esse conjunto registrou aumento de 0,43% em relação a 2025, apesar de uma queda de 0,9% na área de segurança. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo