O tráfego no Estreito de Ormuz cai após ataques e bloqueios, afetando o transporte global de petróleo e elevando os preços da energia. Apenas três navios de carga cruzaram o Estreito de Ormuz na quinta-feira (16), o menor número de travessias diárias desde maio, segundo dados do setor de navegação, com a maioria dos navios parando ou dando meia-volta após os recentes ataques iranianos a embarcações e a retomada do bloqueio dos Estados Unidos ao transporte marítimo relacionado ao Irã. A nova escalada dos confrontos entre os EUA e o Irã interrompeu mais uma vez, em grande parte, o tráfego pelo Estreito de Ormuz, a rota marítima mais importante do mundo para o transporte de petróleo e gás, elevando os preços globais da energia. O “Miraan”, um petroleiro sujeito a sanções que transportava óleo combustível, e o “Norita”, uma pequena embarcação que transportava gás de petróleo liquefeito, saíram do estreito na quinta-feira pela rota iraniana, mas pararam no Golfo de Omã, onde se encontra o bloqueio dos EUA, segundo dados da Kpler na madrugada desta sexta-feira. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.