Plataformas se tornam fonte de dinheiro extra, e profissionais escondem a atividade por medo de preconceito. É o caso de Snow, 21, que é servidor federal no Sul do país. Após a rotina no trabalho, ele produz vídeos e fotos sexuais para uma plataforma. O jovem avalia que leva uma vida dupla em dois mundos sem conflitos de interesse. "Não enxergo que a produção de conteúdo seja algo que vai prejudicar meu desempenho profissional", afirma à Folha. Ele diz que os conteúdos eróticos renderam dinheiro para viagens que dificilmente faria apenas com o trabalho formal. Porém, os ganhos financeiros no setor erótico, diz Snow, não superam o salário dele. "Quando posto muito e divulgo, ganho uns R$ 3.000. Mas, se não atualizo muito, fica por volta de R$ 1.000.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.