Pioneiro da construção de Brasília, Seu Simão atravessou quase um século de paixão pelo futebol e faz uma aposta otimista: o hexa vem. "Nós já tivemos Copa assim, a turma foi assim meio desacreditada e depois levantou a moral. Mas eu acho que eles estão escolhendo muito bem. Os caras estão bons. Primeiro, eles não devem nada a eles lá. Não vai ter para ninguém não. O hexa vem”, crava o torcedor, que hoje vive em Sobradinho (DF). Pai de sete filhos, com mais de dez netos e vinte bisnetos, ele nasceu em Cristino Castro (PI). Seu Simão acompanhou não só a evolução dos times, mas da tecnologia para acompanhar e torcer pelo futebol brasileiro. Ele conta que as transmissões pelo rádio, nas décadas de 1950 e 1960, mexiam com a emoção e a imaginação. “Tinha os locutores de rádio que começavam a badalar: bola passou para fulano, beltrano, passou para Jairzinho, Jairzinho fez isso e é gol! E aí aquela alegria de todo mundo. Agora não, você vê, não precisa ninguém nem falar nada. Naquele tempo era a sensação da voz, do som, era pelo ouvido que a gente vibrava, gritava, fazia festa”. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.