Monitoramento da Aeronáutica identificou infrações em 34,5% das aeronaves analisadas; helicópteros também ultrapassaram limites. Mercado Agências e Operadoras Feiras e Eventos Hotelaria Política Parques e Atrações Destino Brasil Exterior Transportes Aviação Transportes Terrestres Cruzeiros Serviços Seguro Viagem Vai e Vem Oportunidades profissionais Turismo em Dados Tendências MICE Luxo ESG Tecnologia e Inovação Multimídia Fotos Vídeos Blogs Edições Digitais HUB Pesquisar Dólar: [fx moeda="USD"] Euro: [fx moeda="EUR"] Redes sociais:. Queda de um helicóptero na Praia da Barra da Tijuca, situada na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Imagem de arquivo (Reprodução/InfoMoney) Um relatório do Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro aponta irregularidades na operação de voos panorâmicos na capital fluminense, incluindo descumprimento da altitude mínima e excesso de ruído. O levantamento foi encaminhado às autoridades responsáveis pela fiscalização do setor. Entre março e abril de 2026, monitoramento da Aeronáutica identificou que 34,5% das aeronaves que pousaram ou decolaram do Aeroporto de Jacarepaguá descumpriram a altitude mínima de 500 pés nas posições monitoradas. Na prática, cerca de três em cada dez aeronaves avaliadas estavam abaixo do limite estabelecido. Esse tipo de atualização também pode influenciar fluxo de visitantes, consumo, serviços e planejamento do setor turístico. Use com naturalidade termos como turismo, temporada, praias, litoral catarinense e fluxo de visitantes quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.