Restaurantes redescobrem tradições enquanto bairros restritos a membros do governo agora se tornam boêmios. Praça Skanderbeg, a principal de Tirana, capital da Albânia - Figurniy Sergey / Adobe Stock. Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Ouvir o texto Otávio Tronco Tirana (Albânia) Há uma sensação de vida nas ruas em plena terça-feira, por volta das 23h, em Tirana, capital da Albânia, pequeno país europeu com cerca de 3 milhões de habitantes, à beira do mar Adriático. Os bares cheios de locais mostram que a Albânia ainda está naquele meio-termo em que restaurantes, cafés e lojas começam a pipocar, mas ainda não se tornou mais uma vítima do turismo predatório, como muitas outras capitais do continente. "Dez anos atrás não existia nada disso", comenta o chef Ndoc Shtjefni, nome por trás do restaurante N’Tinga, aberto há menos de um ano com cozinha especializada em massas frescas combinadas com frutos do mar. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.