Romeu Zema defende anistia para condenados dos atos de 8 de janeiro, entre eles Jair Bolsonaro. Descubra a visão do candidato, em entrevista. O candidato a presidente pelo Partido Novo, Romeu Zema, defendeu a anistia para os mais de mil condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e para outros crimes que configuraram, segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), a tentativa de golpe de estado no Brasil. Entre eles está o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de quem Zema sempre foi aliado, e que e está em prisão domiciliar. “Teve tiro disparado?”, justificou Zema, na entrevista à Rede Globo que abriu, na noite desta segunda-feira (24), a série de sabatinas com os principais candidatos a presidente da República nas eleições de 2026. Segundo, ele, os atos foram vandalismo e a ação do STF foi a de “tribunais que mais fazem política” do que justiça. Zema se tornou um defensor de processos de impeachment contra ministros do Supremo, principalmente de Alexandre de Moraes, relator dos processos relativos ao 8 de janeiro e da tentaiva de golpe no País. Ele próprio, ainda como governador, protocolou no Congresso processos pelo impedimento. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.