Novo título público reforça concorrência pela poupança num momento em que LCIs, CRIs e LIGs já superam a caderneta no funding habitacional Novo título do Tesouso reforça a disputa. 18/05/2026 10:24 Leitura: 3 Minutos Compartilhar Compartilhar Vicente M/iStock O Tesouro Reserva chega ao mercado em um momento delicado para o crédito habitacional. Com aplicação a partir de R$ 1, liquidez diária e retorno atrelado à Selic, o novo título captou R$ 208 milhões nos dois primeiros dias de negociação e passa a disputar o investidor que, por décadas, deixou recursos na poupança. Para o setor imobiliário, a caderneta ainda é uma das bases do financiamento da casa própria, sobretudo fora do Minha Casa, Minha Vida. A perda de fôlego da poupança não começou agora, mas o novo produto aumenta a competição. Segundo a 9ª edição do Raio X do Investidor Brasileiro 2026, da Anbima em parceria com o Datafolha, a fatia da caderneta como principal destino de recursos caiu de 26% em 2022 para 22% em 2025. Desde janeiro de 2021, apenas 15 dos 64 meses registraram captação líquida positiva. No período, as saídas líquidas somaram R$ 34,75 bilhões em 2021, R$ 80,94 bilhões em 2022, R$ 72,39 bilhões em 2023, R$ 21,72 bilhões em 2024, R$ 62,98 bilhões em 2025 e R$ 31,46 bilhões até abril de 2026. No mercado imobiliário, notícias desse tipo podem alterar percepção de risco, velocidade de decisão e apetite por investimento em ativos reais. Use com naturalidade termos como mercado imobiliário, valorização, imóveis, investimento imobiliário, litoral norte de SC e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.