Tesla, Coca-Cola e Nestlé pedem que EUA não adotem tarifas sobre produtos brasileiros
Empresas citam riscos econômicos e pedem isenção de itens como insumos de limão e colágeno bovino. O espaço para comentários foi aberto no âmbito da investigação aberta com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. A apuração, que iniciou em julho do ano passado, concluiu que o Brasil adota práticas consideradas discriminatórias no comércio com os americanos. Como consequência, o órgão recomendou a imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, embora tenha proposto uma extensa lista de exceções. O tema está sendo discutido em audiências promovidas pelo USTR esta semana. Na programação desta terça-feira (7), segundo dia de debates, está prevista a fala do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro ( PL -RJ). No espaço para manifestações virtuais, que estava aberto até o dia 1º de julho, outras empresas brasileiras, como WEG, Bauducco e CSN, também enviaram documentos ao governo americano fazendo considerações sobre as tarifas propostas. Entidades representativas de diversos setores, tanto do Brasil quando dos EUA, também constam na lista de comentários sobre a investigação brasileira. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo