Palavras como betinha e sigma são reproduzidas por meio de piadas e memes. Aparentemente inofensivos, esses termos vêm sendo reproduzidos em escolas e redes sociais como brincadeira, mas têm origem em comunidades misóginas da internet que defendem a ideia de dominação e superioridade masculina e opressão às mulheres. A gíria betinha, por exemplo, é usada para tirar sarro do "homem beta" que se contrapõe à ideia do "homem alfa". Essas classificações dividem os homens em dois extremos: enquanto o alfa é visto como dominante e confiante, o beta é caracterizado por ser submisso e inseguro. O vocabulário é importado diretamente da "machosfera" virtual, uma subcultura online que vem preocupando as escolas por se perpetuar cada vez mais precocemente entre as crianças. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.