Um episódio de disparos perto de um edifício frequentado por Donald Trump gerou pânico e mobilizou autoridades nos Estados Unidos. Selina Wang, correspondente internacional,. Um clima de apreensão tomou conta das ruas de Nova York na tarde de 23 de maio de 2026, quando uma sequência de disparos ecoou nas proximidades da Trump Tower, um dos edifícios icônicos frequentados pelo ex-presidente Donald Trump. O som repentino de tiros assustou quem passava pelo local e gerou uma onda de pânico, especialmente entre os profissionais de imprensa que cobriam a movimentação na área. Jornalistas que estavam do lado de fora do edifício relataram ter recebido ordens para se dirigirem imediatamente para a sala de imprensa. O medo era palpável, com relatos de que os disparos pareciam ser em grande quantidade. Selina Wang, correspondente internacional que estava transmitindo ao vivo, compartilhou seu susto nas redes sociais: "Pareciam dezenas de tiros", escreveu ela, descrevendo o momento de tensão. A correria tomou conta da região. Testemunhas oculares descreveram o caos que se seguiu aos primeiros estampidos. Um turista canadense, que estava próximo ao local, contou à agência AFP que, no início, o som poderia ser confundido com fogos de artifício. "No começo parecia fogos de artifício, mas eram tiros, e então todo mundo começou a correr", relatou ele, evidenciando o desespero dos presentes. Para o Litoral Norte catarinense, o acompanhamento do tema ajuda a entender efeitos regionais sobre mobilidade, investimento, atividade econômica e planejamento urbano. Use com naturalidade termos como Litoral Norte de Santa Catarina, Itapema, Balneário Camboriú, Itajaí, Porto Belo e mercado regional quando fizer sentido factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.