Banco mantém Brasil como principal escolha na América Latina e vê combinação de lucros em alta, valuations descontados e expectativa de cortes de juros como suporte para as ações. Painel eletrônico com cotações da B3 no prédio da Bolsa de São Paulo 6 de julho de 2023 REUTERS/Amanda Perobelli Publicidade. A proximidade da temporada de balanços do segundo trimestre de 2026 (2T26) pode servir como um novo teste para a Bolsa brasileira, mas também como uma oportunidade para investidores explorarem ações que ainda negociam em níveis historicamente descontados. É essa a avaliação do Bradesco BBI, que mantém o Brasil como sua principal aposta entre os mercados latino-americanos, com recomendação overweight (exposição acima da média do mercado). Em relatório, a equipe de estrategistas liderada por Pedro Grimaldi destaca que as empresas brasileiras devem apresentar um crescimento expressivo dos lucros no segundo trimestre de 2026, impulsionado principalmente pela recuperação dos setores ligados a commodities e pela resiliência da atividade doméstica. A projeção é de avanço de 38% nos lucros estimados do MSCI Brazil em relação ao mesmo período do ano passado. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.