Sebastién Migné pede que jogadores desfrutem oportunidade e deixem povo da nação caribenha orgulhoso. "Estar diante daquilo que há de melhor é mais do que gratificante, desde que eu esteja à altura da ocasião. Encontrei o Ancelotti em algumas ocasiões, ele sempre foi muito gentil, tratou-me muito bem. Tentarei ser respeitoso e um bom adversário", afirmou o francês, que aplicou o mesmo raciocínio a seus jogadores. "Fazia 52 anos que o Haiti não estava na Copa do Mundo. Amanhã, temos uma oportunidade histórica de jogar contra o Brasil. Teremos de ficar à altura, é o que desejam os torcedores haitianos. Queremos deixá-los orgulhosos. Temos muita sorte. Muitos gostariam de estar neste lugar e não se classificaram", acrescentou. Para Migné, porém, o papel da seleção caribenha não é meramente estar no Mundial. Ainda que a equipe nunca tenha conquistado um ponto na história da competição –está em sua segunda participação, após as três derrotas de 1974–, o treinador sustentou que tem como meta avançar ao mata-mata. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.