TCE aprova contas de Tarcísio, mas relator cita
Secretário da Fazenda diz haver melhoria de sistemas de controle e maior transparência em 2026. Apesar de considerar que foram cumpridas as principais exigências constitucionais, como os gastos com pessoal e aplicações mínimas em saúde e educação, a corte avaliou haver problemas nas contas do governo paulista que prejudicam a medição dos impactos da política de isenções tributárias para a sociedade. O conselheiro Marco Aurélio Bertaiolli, relator do processo, utilizou em seu voto a expressão "orçamento paralelo" para se referir ao crescimento do volume de benefícios sem transparência na gestão Tarcísio, reforçando uma avaliação já feita no ano anterior. O secretário estadual da Fazenda, Samuel Kinoshita, disse à Folha não compartilhar da interpretação de "orçamento paralelo" apresentada pelo tribunal e afirmou que a gestão adotou um conjunto de medidas para melhorar a transparência das renúncias fiscais e que devem ter reflexo na análise das contas do ano que vem. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo