As taxas curtas avançaram com a deterioração das expectativas de inflação e as longas zeraram as perdas após o presidente dos EUA, Donald Trump, prometer retaliação contra o Irã. SÃO PAULO, 9 Jun (Reuters) – A deterioração ⁠das expectativas do mercado para a inflação e a política ⁠monetária continuou a impactar a curva a termo brasileira nesta terça-feira, com as taxas dos ‌DIs (Depósitos Interfinanceiros) de curto prazo voltando a subir e já precificando chances, ainda que minoritárias, de uma alta da Selic em agosto. Na ponta longa da curva, as taxas cederam durante boa parte ‌da sessão, mas ganharam força durante a tarde após o presidente dos EUA, Donald Trump, acusar o Irã de ter derrubado um helicóptero norte-americano e prometer uma retaliação. No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2027 estava em 14,5%, em alta de 3 pontos-base ante o ajuste de 14,472% da sessão anterior. O retorno do DI para janeiro de 2028 marcava 14,925%, com elevação ⁠de ‌6 pontos-base ante o ajuste de 14,868%. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.