50 pessoas morreram desde que presidente americano lançou campanha de deportação em massa em janeiro de 2025. Em um centro de detenção da Pensilvânia, um homem chinês que já havia tentado suicídio foi encontrado enforcado no chuveiro. Em uma unidade de Nova York, um homem hondurenho com frequência cardíaca alta e tremores causados pela abstinência alcoólica morreu em sua cela sem receber atendimento de emergência. Esses homens estão entre as 50 pessoas que morreram em centros de detenção para imigrantes nos EUA desde que Trump lançou sua campanha de deportação em massa, em janeiro de 2025, segundo registros do Serviço de Imigração e Alfândega ( ICE ). De 2009 a 2024, as autoridades registraram uma morte por ano para cada 3.848 detidos, com base na população média diária dos centros, segundo uma análise da agência de notícias Reuters. Essa taxa mais do que dobrou desde que Trump voltou ao cargo, chegando a cerca de uma morte para cada 1.630 pessoas, com base em dados preliminares até o início de junho. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.