Dependência de componentes importados e a falta de leis de compliance rigorosas colocam a indústria brasileira na mira de tarifas de até 12,5% dos EUA. Fábrica de veículos elétricos da BYD no Polo Industrial de Camaçari - 03/02/2026 (Foto: REUTERS/Rafael Martins) Publicidade. A indústria brasileira pode estar frente a um novo desafio no comércio exterior. O governo dos Estados Unidos, por meio do Escritório do Representante Comercial (USTR), propôs uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros que possam ter em sua cadeia produtiva alguma ligação com o trabalho forçado. A proposta dos EUA não se baseia apenas no que ocorre dentro das fronteiras do Brasil, mas sim em uma lacuna legal: a ausência de uma proibição específica que impeça empresas brasileiras de importar componentes produzidos longe das leis trabalhistas em outros países. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.