Tarifa de 25% dos EUA pode sufocar caixa da indústria e ameaçar o agro brasileiro
Setores de maior valor agregado estão vulneráveis à nova medida; agronegócio estima risco financeiro de até R$ 4,6 bilhões ao ano. A entrada em vigor da nova tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, a partir desta quarta-feira (22), inaugura mais uma fase de tensão e ajustes para o setor produtivo nacional. Embora o debate tenda a se concentrar no risco macroeconômico, a realidade das empresas revela que o primeiro choque não será sentido no Produto Interno Bruto (PIB), mas sim no fluxo de caixa, na compressão de margens e na competitividade imediata das exportações. Leia também: Tarifaço da vida real: como as novas regras impactam empreendedores brasileiros. “A principal dificuldade não está apenas na tarifa de 25%, mas no prazo curto para adaptação, na necessidade de conferir o enquadramento de cada produto e na renegociação de contratos que já estavam fechados”, avalia Jackson Campos, especialista em comércio exterior. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney